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Motivos que me fazem adorar jogar…

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… É porque o XBOX 360 é o console mais vendido no mundo e os jogos são os melhores. Só isso… rs

Caneta 5 em 1 escreve, mede, desparafusa e checa nível… Quer +?

Nem toda convergência é digital, e os fãs de versatilidade no escritório provavelmente vão adorar essa caneta cinco em um da Neatoshop.

Eis as suas funções:

1. Escreve
2. Mede em centímetros e polegadas
3. Tem um nível
4. Chave de fenda
5. Chave Philips

Ou seja, essa caneta deve brilhar mesmo é em uma marcenaria, não em um escritório. Custa US$ 15 e é entregue no Brasil. [Neatoshop]

Como andam os contatos metálicos do seu cabo?

Quase ninguém se dá conta, mas é preciso cuidar bem das pontas do cabo USB. Com o tempo, elas podem oxidar e prejudicar o carregamento da bateria e a transferência de dados.
Um cabo USB, por mais tecnológico que seja, depende do metal para estabelecer uma conexão entre seu smartphone e o computador ou o carregador. É muito importante dar alguns minutos de atenção de vez em quando para não ficar na mão de repente.

A primeira dica é jamais, em hipótese alguma, soprar nas pontas do cabo. É o primeiro impulso quando vemos um pouquinho de poeira, mas essa sopradinha é muito pior que qualquer pó. Nosso hálito tem muita umidade, e essa umidade se espalha como gotículas que aderem na hora nos contatos delicados de metal. Além de fazer a poeira grudar, essa umidade vai oxidando os contatos até deixar o cabo imprestável.

O cabo está com poeira? Use um aspirador de pó – vale usar aqueles portáteis – ou um daqueles sopradores de ar usados para limpar teclados. Se você tiver um amigo técnico de eletrônica, ele certamente terá uma daquelas latinhas de ar comprimido, que resolvem bem também.

Na ponta maior do cabo, aquela que é ligada no computador, você pode limpar a parte metálica com uma borracha plástica, do mesmo tipo usado na escola para desenho. É só tirar a borracha residual com um pincel e pronto. O lado que conecta ao telefone também pode ser limpo assim, com muito cuidado.

Nunca é demais lembrar também que nenhum cabo pode ser puxado de qualquer jeito. Desconecte sempre puxando pelas extremidades, nunca pelo fio. E não force os contatos deixando o cabo esticado. Com o tempo, a parte interna pode se romper.

Com um pouco de cuidado – e jamais soprando nos contatos metálicos – seu cabo durará por muito tempo, até mais que a vida útil do seu aparelho.

TIM vende iPhone 4 com Android

Amigos de Brasília que querem um iPhone 4 e não conseguem achar um para comprar: em uma loja da TIM vocês encontram um modelo exclusivo, com Android.

É o que está escrito na vitrine da loja da TIM no shopping Pátio Brasil, como flagrado pelo nosso leitor Mateus Gonçalves. A TIM diz que vende coisas “sem bloqueio, sem multa, e sem aspas”. Mas o iPhone 4 “16 GB” tem aspas, como se vê na foto. E Android. Parece interessante. Não o vimos ligado para conferir o robozinho com maçã, infelizmente.

Mas sério, para alguém colocar “Android” deliberadamente em uma plaquinha dessas é porque o sistema do Google definitivamente está ficando popular no Brasil, e é algo desejável, ou ele tem um fã anti-Apple na lojinha. Provavelmente as duas coisas.

Universitários criam robô que sabe abrir cadeado de cofre

Estudantes de engenharia da Olin College, nos EUA, construíram um robô que consegue decifrar a combinação de cadeados da MasterLock, que em vez de chave tenham uma combinação parecida com a de um cofre.

A interface gráfica para o usuário mostra a combinação, depois que o robô decifrar o código; mas enquanto o robô trabalha, ela oferece “opções de entretenimento” – como fotos de macacos e links para notícias na CNN e músicas no Grooveshark.

Primeiro cadeados, depois quem sabe cofres… Será que os robôs nunca nos deixarão seguros? [The LockCracker via BoingBoing]

Motorola Xoom entra na briga

Senta que lá vem a história mais do que repetida. Fase 1: Apple lança um produto. Blogueiros e analistas apontam as razões de seu futuro fracasso. Fase 2: o produto chega às lojas e as pessoas ficam loucas por ele. Fase 3: todas as outras empresas da área produzem cópias.

Aconteceu com o iMac e o iPhone. Agora o iPad original está entrando na fase 3. A Apple vendeu 15 milhões de iPads em nove meses, então pode apostar que 2011 será o ano dos clones de iPad.

Nos Estados Unidos, desde semana passada já é possível comprar um dos rivais mais aguardados do iPad, o Motorola Xoom (nota do editor: não há data de lançamento para o Xoom no Brasil). Como a maior parte dos concorrentes, o Xoom roda o sistema Android, mas o aparelho é o primeiro com a versão 3.0 (Honeycomb). Esta versão é a primeira criada para tablets, e não para smartphones.

 

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Xoom: o primeiro tablet com Android Honeycomb
Xoom: o primeiro tablet com Android Honeycomb

O Xoom mantém a recente linha de aparelhos atraentes, compactos e bem planejados pela Motorola. O aparelho tem praticamente os mesmos tamanho e peso do iPad. A maior diferença para o tablet da Apple está na parte traseira (feita de plástico emborrachado, em vez de alumínio).

Há, entretanto, outras diferenças. Uma é o preço: nos Estados Unidos, o Xoom custa assustadores US$ 800, mais de US$ 200 acima do iPad equivalente de 32 GB. É possível pagar US$ 600, mas apenas se o usuário optar por um plano de dados da operadora Verizon.

Processador de dois núcleos !!!

O Xoom tem um processador de dois núcleos. Isso, de acordo com a Motorola, significa que games têm animações mais sofisticadas. E o aparelho também tem câmeras. A câmera de fotos tem 5 megapixels e grava vídeo em alta definição. A câmera frontal, para videoconferências, tem resolução menor. O novo software Android 3.0 traz alguns recursos de vídeo e prioriza algumas ferramentas que ninguém usa, como sépia e polarização.

Evidentemente, uma câmera é muito útil em um tablet e isso será uma vantagem do Xoom, pelo menos até o lançamento do iPad 2 (que deve ser anunciado na próxima semana). Se o próximo iPad não tiver uma câmera, prometo que comerei um tablet.

A tela do Xoom tem  uma resolução pouco superior à do iPad, e o aparelho tem um formato um pouco diferente, mais alongado. O formato da tela é melhor para vídeos, mas pior para fotos e mapas.

 

Getty Images
Xoom: formato melhor para vídeos do que para fotos
Xoom: formato melhor para vídeos do que para fotos

O Xoom tem alto-falantes estéreo, bateria com 10 horas de duração e um botão de desligar na parte de trás, justo no lugar em que seu dedo pode esbarrar por engano. Nos Estados Unidos, o aparelho deve ganhar uma atualização para redes 4G, o que proporcionará maior velocidade em downloads e navegação.

Um recurso muito legal: o Xoom tem uma porta HDMI. Por meio dela dá para mandar áudio e vídeo para TVs. É um recurso interessante para quem trabalha com PowerPoint e viaja com frequência.

O aparelho ainda conta com uma linha de docks, periféricos que aumentam os recursos do tablet. Mas o hardware é apenas o começo. Todos esses recursos não são suficientes para ameaçar o iPad (especialmente em sua versão 2), levando em conta o preço mais alto do Xoom.

Android Honeycomb (3.0) é principal novidade

Não, a história que interessa aqui é o Honeycomb, o software para tablets do Google. Esse é o rival de verdade para o iPad. Tablets de todos os preços e tamanhos com Honeycomb chegarão ao mercado nos próximos meses.

Então, como é o Honeycomb? Quatro palavras: mais poderoso, mais complicado.

A tela agora traz duas faixas com ícones pequenos. Na teoria, a faixa superior pertence ao programa aberto no momento, e a faixa inferior lembra a bandeja do Windows (ícones de status de aplicações e atalhos para menus de configuração).

Mas esses ícones são muito enigmáticos, dá até pra pensar que foram criados por extraterrestres. Parece que o Google se esqueceu de uma grande falha de ícones sem identificação em telas sensíveis ao toque: não dá para saber para quê servem antes de acioná-los. Não há nem dicas quando se segura o dedo sobre um deles. É necessário ativá-los, ver o que acontece e decorar suas funções.

Além disso, muitas das funções embutidas nas faixas são confusas. Por que o ícone de relógio traz sua lista de notificações (downloads realizados, mensagens de texto recebidas etc.)? Por que algumas configurações são acessadas na faixa inferior e outras na faixa superior? O Android quer ser o Windows quando crescer?

Algumas mudanças no Honeycomb são interessantes. Há um menu pop-up de aplicativos recentemente abertos (não somente os nomes, mas pequenas imagens que mostram a última atividade realizada). Os widgets também estão mais flexíveis. É possível, por exemplo, navegar no conteúdo de um widget sem ter que abrir o aplicativo em tela cheia.

Na categoria de “recursos variados”, o navegador agora tem um modo para navegação privada (em que não armazena cookies, histórico ou qualquer outro dado). Em cidades como San Francisco e Nova York, o Google Maps exibe modelos 3D dos prédios (algo útil se você for um piloto de jatinho comercial, acho).

 

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Mapas no Xoom: prédios em 3D
Mapas no Xoom: prédios em 3D

Ferramentas “inspiradas” no iPad

Outros avanços podem ser classificados como “carinhosamente roubados do iPad”. Veja os novos aplicativos do Gmail e de e-mail convencional, por exemplo (ainda não sabemos porque temos aplicativos diferentes para Gmail e outros serviços).

Eles foram redesenhados para ficarem iguais ao aplicativo de e-mail do iPad. Ou seja, quando o tablet está na vertical a mensagem ocupa toda a tela, quando está na horizontal, surge uma lista de mensagens na parte esquerda, e a mensagem principal fica com o resto da tela. O aplicativo de contatos também é muito parecido com o do iPad.

Há ainda um aplicativo de livros, que imita o iBooks até na animação de virar as páginas (ele acessa a nova loja de e-books do Google). Todos os outros benefícios do Android permanecem, como reconhecimento de voz e navegação GPS de primeira.

No momento há poucos aplicativos projetados para telas grandes com Android. Já no caso do iPad há 60 mil aplicativos (fora os 290 mil criados para iPhone e compatíveis com o tablet). Mas isso é uma desvantagem momentânea. A quantidade de aplicativos para Android vem crescendo rapidamente.

Quem quer comprar um tablet deve esperar alguns meses. É necessário esperar pela nova versão do iPad, claro, mas também pelo tablet da RIM (fabricante do BlackBerry) e pelo TouchPad, da HP. Esse aparelho parece ser bem interessante e traz o webOS (sistema projetado por ex-funcionários da Apple para os smartphones da Palm).

Ainda não está claro se o mundo precisa de todos esses tablets, todos com sistemas e lojas de aplicativos diferentes. Não há diversidade de recursos que justifique a enxurrada de aparelhos que ocorrerá nos próximos meses. Boa parte dessas empresas parece produzir um tablet só pra dizer que tem um concorrente do iPad.

Enquanto isso, a Motorola merece os parabéns pelo Xoom. Para fãs de tablet, é uma excelente opção. O preço é alto, mas o aparelho é atraente.


Site vende em catálogo ‘carne de zumbi’ mal passada.

Que tal uma carne de zumbi de café da manhã? Pois é. O site Think Geek colocou isso a venda em seu catálogo. Mas calma, na verdade não é uma carne de zumbi de verdade. Mas é quase.

Os norte-americanos adoram comer uma carne seca, no estilo carne de sol aqui do Brasil, só que com um pouco mais de gosto de plástico ou coisa estranha, chamada Jerky-Beef. E esse pacotinho de Zombie Jerky é só esse tipo de carne, mas com uma aparência escamosa e podre, como a carne de um zumbi que vemos nos filmes e jogos.

Tem até umas lascas verdes e gosmentas. É legal para você comer com gosto na frente das mulheres, para elas ficarem com aquela cara de “nojinho”. A carne de zumbi sai por US$ 4,99. Servido?